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Medidas contra a insegurança
O agravamento dos
problemas de segurança
na nossa Freguesia
é sentido por todos
os que nela vivem ou
trabalham. Nos últimos
meses, os casos de
vandalismo e os assaltos
a residências têm
aumentado. O arrombamento
de prédios emparedados
ou à espera
de obras criam justificadas
preocupações na
população, aumentando
a sensação de insegurança,
em geral, e o receio
de incêndios, em
concreto.
Atenta à situação, a Junta de Freguesia exige à Câmara Municipal que actue com determinação junto do Governo. «Garantir a segurança e a tranquilidade de quem vive e trabalha em Lisboa é uma obrigação do Estado, à qual o Município não pode ficar alheio», lembrou a presidente da Junta, Lurdes Pinheiro, na Assembleia Municipal de Lisboa (AML), a 10 de Dezembro.
Sendo certo que cabe ao poder central tomar medidas concretas nesta matéria, a autarquia não se pode demitir da responsabilidade que lhe cabe, e é por isso legítimo que alerte o Governo e promova a conjugação de esforços no sentido de resolver os problemas de insegurança notados pelas Freguesias e pelos moradores da cidade, expressou.
«Nós damos aqui estes alertas, mas com certeza o Sr. Presidente melhor saberá o que se passa e que passos é preciso dar, no quadro mais geral da segurança na cidade», acrescentou, ainda, a presidente da Comissão Permanente para a Segurança e Protecção Civil (eleita em representação do grupo municipal do PCP na AML) na interpelação ao executivo camarário.
«Fazemos votos para que a Comissão Permanente para a Segurança e Protecção Civil, nesta nova composição, seja uma comissão activa e atenta, um espaço onde todos possamos dar contributos positivos para a resolução de problemas concretos de Lisboa e dos lisboetas – como aqueles de que aqui falei, em relação a Santo Estêvão e ao Bairro de Alfama », concluiu Lurdes Pinheiro.